Eu quero um amor revolucionário. Daqueles de barricadas. Quero aquela que dará a vida por mim e eu por ela. E ambos pela luta. Quero aquele amor que se incomoda com o comodismo, que não caia no mesmo à esmo, que seja ternura, consciência e sempre busca a libertação de quem esta preso. Eu preciso e sonho do sentimento fiel e livre, daquele que busca a unidade pela carência e falta do outro, que sabe que só há saída juntos, e que a divisão nos enfraquece. Eu preciso é do amor verdadeiro, seja ele de qualquer cor, de qualquer estado, presente ou não, mas que não me deixe só, não ao menos o meu coração. Eu quero a socialização do abraço dela, quero o corpo no meu, sentir o cheiro da luta armada invadir meus poros e me fazer exalar suas próprias necessidades, eu busco é o beijo da reforma agrária, da poesia libertária, do fim dessa distância que corrói o meu sorriso solitário de quem não nega essa contradição injusta. Eu quero é deitar no seu colo e ver o dia clarear socialista.
terça-feira, 8 de abril de 2008
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Um comentário:
uauuuu...
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