Ele disse: vá se foder!
Mas não, ele não queria isto.
A sua saudade era crônica,
dias solitários e ingênuos – de um mar
Amava porque era justamente criança.
Ele manteve: eu não quero me meter!
Mas não pode. Foi preciso olhar e dizer:
um dia eu te amei...
A passagem sônica – da distância
e uma luz com a passagem marcada...
Não sei, mas acho que você estragou tudo.
Desmanchou minhas esperanças no ar
por pura vaidade.
Por um peito peludo de qualquer idade.
E foi indo assim, para esse seu abisminho sem fim
corromper-se em futilidades...
segunda-feira, 24 de março de 2008
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