quarta-feira, 2 de abril de 2008

Quem bom você.

É justo sim: querer depois da tempestade, água fresca
matar a dor num copo de gelo e beijo.

Você me desacorda assim, eu todo arrepiado no frio.
(bom ter ido aí a noite, bom ter vindo aqui também)
te acariciando o rosto à porta, desejos e gracejos.

Quem sabe ou não, nós dois estejamos correndo perigo,
do largo pobre suicídio do tentar no escuro.
E quer saber do mais?
Eu quero tentar é tudo!

Namoro de portão
Esquema de estudos
Casamento demodê
Relacionamento aberto, fechado, e o que mais vier.

Eu quero é morrer arriscando,
e só pelo útil fato de que está itálico na sua bela pele:
Vale a pena tentar...

E eu adoro acordar assim, horizonte despontando a liberdade
nós nessa idade, de costume flácidos aos sentimentos.
Contigo construir aquela velha casa, onde as crianças peralteando
Põem-se a brincar...

Mundo meu no teu, e nós sem eles. Todos em um.
E o futuro desenhado em nossos corações...

Além do mais, se não te amo agora:
tudo seria infortúnio.

Um comentário:

Bárbara Lia disse...

Olá Gustavo, saudades de ti, guri...
gde abraço desde curitiba.