segunda-feira, 7 de abril de 2008

O nacionalista do sargento não sei do quê.

A vaidade lhe consome,
consumindo tudo que vê.

Ele só compra, ele só quer saber de:
adquirir, tornar-se proprietário.

O egoísmo é tão grande,
que se olhar no espelho é pura:
Contemplação.

Sua visão tão limitada, chega a ser zero
e assim ele vai levando seus dias:
verde e amarelo.

Eu tento levar ele de forma séria,
eu converso, eu dialogo, eu faço amizade
mas ele não entende nada de mim:
está mudo, cego e obcecado por si mesmo.

A vaidade lhe faz dormir,
consumindo tudo que zunir.

Nenhum comentário: